No episódio #025 

Rachel Lima lê "Se eu fosse um dinossauro" de Rachel Swirsky

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rachel Lima e Silva nasceu na capital de São Paulo em 1996 e criou-se no interior paulista, Registro, cidade do Vale Ribeira (ou mais conhecido como o vale das bananas). Hoje mora em Florianópolis e faz faculdade de bacharelado em Artes Visuais na Udesc. Como estudante e artista em download, explora o texto como trabalho artístico e caminha por meios intermidiáticos, como a vídeo-performance, desenhos, notas-fotográficas e os vocabulários do corpo a partir da dança.


Quando a minha amiga Gabi leu este texto para mim, fiquei fascinada pela sua potência imagética. A história te conduz para um imaginário imprevisível, uma narrativa breve, intensa e instigante. Interpreto nesse ser, que poderia ser um dinossauro, as vulnerabilidades impostas à população LGBTI. O Brasil é um dos países que mais assassina transsexuais e travestis, também é um dos que mais violentam lésbicas, gays, bissexuais e desde as eleições no Brasil, este terror só tem piorado. Não faz sentido que uma patética convenção heternormativa classifique quais corpos são dignos de humanização, a liberdade de existência é castrada e relações de afeto são punidas por não se encaixarem ao padrão imposto. Mas se eu, se você , se elxs fossem dinossauros “Eu confiaria em seus dentes e garras para manter você / eu / nós seguros agora”. 

 


O texto “Se eu fosse um dinossauro” é de Rachel Swirsky, foi publicado em 2013 pela revista Apex Magazine e vencedor no prêmio Nebula em 2013 . A tradução do texto para português foi realizada pela mestranda em Artes Visuais Gabriela Hermenegildo. Fonte: www.apex-magazine.com/interview-with…achel-swirsky/


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©2018 Podcast VER.SAR arte, maternidade e feminismos.Por Priscila Costa Oliveira.